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...dos últimos dias
O mistério é sempre perigoso.
A proliferação de magos e adivinhos no tempo do racionalismo
É um grande mistério.
A proliferação de igrejas e de santos no tempo do roubo
É talvez um baptistério.
anoitesser
Era a noite. Iam
As sombras a comer
Os esquivos caminhos
E as chimeras loquazes...
Ainda vinhos de luz
Ardiam deste lado
Do orizonte, Senhora, a desser
E agora transido,
Em cena, espera e ora
Com os ossos do passado:
A Verdade principia
Pelo que em nós
Podia ter sido.
(de As trevas e os dias)
ponte
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epílogo
Vinha D. António montado num bífido cavalo branco entre maboques e jacintos. E disse: começarei por sinais; os pássaros estranhos, que durante a batalha tinham coberto o céu de Salvador, como se estivesse para cair pedra, afastaram-se bruscamente e não voltaram mais. À sua passagem, uma geração infeliz inclinava silenciosa
E reverencial o medo.
Permanecendo sentado com solenidade no seu cavalo branco, D. António Sebastião Mbandi foi tirando com a ponta de uma lança a carne da sua carne e deu-a aos seus guerreiros a comer na catedral de São Salvador. Ainda hoje lá está, na Igreja onde rezou D. Pedro II, a dar ao sabor dos súbditos a hóstia da sua carne e o vinho de palma do sangue, estipulado em festa pública.






























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