28/01/2009

aliciante

'blog' com alguns dos mais belos retratos e auto-retratos eróticos (femininos) que já vi. Com um jogo de contrastes a branco e negro por vezes levado ao limite do visível, portanto ao máximo de sugestão (estética). Vale a pena passar por lá. Cliquem na hiperligação aliciante

19/01/2009

mito

joan brossa

"Escute este silêncio"

cine kalunga, entrada

cine kalunga, bar esplanada

Vista parcial do bar-esplanada. A grade à direita só está lá quando se fecha o bar. A zona ao fundo é usada como restaurante e é aí que se pretende fechar tudo com vidros para isolar o restaurante, ficando a porta entre a parede (à esquerda, que encima a rampa de acesso) e a coluna (à direita, a meio do balcão do bar).

cine kalunga, entrada

Vista (a partir de dentro) da entrada. A rampa que sobe do lado esquerdo é a rampa de acesso ao complexo do cinema. Ao fundo, à esquerda, está uma passagem (grade amarela e passagem em arco) para o jardim lateral.

cine kalunga, acesso à sala de projeção

Escada de acesso à sala de projeção, ladeada por uma palmeira. Ao fundo, à esquerda, parte da esplanada do bar e, à direita, os serviços.

cine kalunga, esplanada

Visão parcial da esplanada do bar. Entre as cadeiras 'de cá' e as 'de lá' passa o corredor de acesso à esplanada do cinema (plateia). Ao fundo uma parte dos serviços, uma casa colonial, num estilo típico do meio do século (XX) e um prédio, o mais alto da cidade, com 10 andares.

cine kalunga, acesso lateral

Início do acesso lateral às cadeiras. As 'rilheiras' de cimento levam a àgua da chuva para um escoamento junto ao palco. Do lado esquerdo, em cima, uma escada que dava para uma pequena esplanada, sobre a cozinha do bar, onde estavam as mesas reservadas por pessoas com peso e vaidade na cidade colonial. Agora ali pensam fechar e fazer um 'pub'.

cine kalunga, saída

Uma das saídas para os fundos. Quase todas as passagens e pequenas saídas eram, como esta, rodeadas por um gradeado em cimento (amarelo) e constituídas por um círculo, com um degrau e, por cima, a meio, uma lâmpada.

cine kalunga, sala de projeção

A sala de projeção do cine Kalunga ergue-se entre os serviços (foto abaixo) e a esplanada. Está erguida sobre dois pilares rectangulares entre os quais se acedia directamente às cadeiras. Actualmente está por baixo uma mesa de bilhar.

cine kalunga, serviços

O cine-Kalunga é uma das jóias do chamado (em arquitectura) modernismo colonial. Kalunga é uma palavra umbundo que significa Deus, mar, morte. O cinema fica junto ao mar, sobre parte de uma antiga lagoa ou pântano que actualmente renasce nas suas traseiras. Esta série começa pelos 'serviços' talvez por ser a solução mais surpreendente. Sobre o círculo podia funcionar um repuxo. Por cima (o piso que vemos na foto) eram os serviços para as senhoras; descendo uma rampa à esquerda (onde se eleva aquela palmeira) entrava-se nos serviços para homens. A perspectiva é tomada a partir da esplanada, que hoje ainda funciona (vão fechar uma parte com vidros para fazer restaurante...) e fica do lado oposto do cinema.

novo acordo

Nota: a partir de hoje tentarei escrever de acordo com o novo acordo ortográfico. Acho-o incoerente; importaria, primeiro, definir, hierarquizar e justificar os critérios usados (basicamente o fonético, o distintivo e o etimológico). Depois, aplicar. É preciso também os linguistas da África lusófona proporem grafemas para consoantes nasaladas (ng, nd, etc.). Mas é preciso começar com algo. Este acordo é o nosso 'algo'. Praticando-o vamos perceber melhor a sua pertinência e a sua impertinência. Para irmos preparando o seu aperfeiçoamento. Com uma coisa é preciso acabar: com o dizer que sim e fazer que não. Como dizia o meu pai, português de Angola: ou sim, ou sopas.

18/01/2009

06/01/2009

rádio clube do lobito, anos 50

(foto de Quitos, pode ser vista, com outras da época e algumas personagens típicas de várias épocas, na página de Eduardo Esperança no sítio Cidade do Lobito)

cruzeiro seixas

Há material interessante, sobre surrrealismo e não só, no último número da revista digital Agulha