tomás jorge tu és a verdade

Tu és a verdade

Torne e não se acabe

O que bem te cabe

No que te arde

Neste voar de ave

A ciciar desejos

Espero-te a cantar

Do que se sabe

Com palavras de beijos

Respirar na brisa

Nos dedos do vento

Sinto a tua carícia

Ainda longe pressinto

Que vens suave

Peço que não tardes

Torne e não se acabe

Vem no que te cabe

No teu voo de ave

Tu és a verdade

(Colóquio-Letras, n.º 87, Lisboa, FCG, Setembro 1985, p. 56)

Comentários

  1. Carícias de ave, versos a voar, tempo a visitar um universo que soa a luz, em som soante: adiante!
    Um abraço, meu amigo e muitos sorrisos.

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