"A menina da ronda noturna sustendo o galo morto: o sonho, uma nuvem que passou."
Isto não dá a imagem do 'blog' de onde tirei, para colar, as duas frases. Chama-se corpos que sonham e vem escrito num belo galego, nobre, de um esplendor discreto, envolvente e insinuante ao mesmo tempo. Toca, reúne, propaga juntos uma estranha sensualidade, uma relação muito pessoal e muito própria com o budismo e o misticismo, uma figuração simbolista e simbólica do amor e da mulher. Vale a pena visitar.
diário fragmentado e conVentual, exposto por imagens. Clique nelas para ver em tamanho original.
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“Quando vemos algo além de nossas expectativas, pedaços locais de tecido cerebral geram pequenos ‘átomos’ de afeto positivo. A combinação ...