Uma surpresa interessante o livro de estreia de Batchi, "pseudónimo literário de Basílio Tchindombe" como se diz na badana. O livro recebeu o prémio literário António Jacinto em 2008 e foi publicado pelo INALD com apoio do BPC. O autor nasceu no Huambo em 1979, mas vive desde um ano e meio no Lubango, sendo professor em Caconda. O título da obra é sugestivo: O que a África não disse... Em primeiro lugar estamos perante um narrador instigante, cuja obra deixa o leitor interessado do início ao fim. Para além disso vê-se que o autor domina bem, quer os aspetos históricos e antropológicos, quer as culturas em jogo (banto angolana e cristã europeia), quer as temáticas teológicas e filosóficas em que naturalmente envolve as personagens. Domina, ainda, a arte dos diálogos, que é a mais difícil numa narrativa. Efetivamente os diálogos nos parecem naturais, apesar do português antiquado (apropriado ao tempo da narração) e de umas poucas falhas nesse mesmo português antigo. Há raros m...
Francisco,
ResponderEliminarNão sei aquilo que vou dizer acrecenta alguma coisa. A maior parte dos Sainz e Saez surgem em nomes de origem espanhola, américa latina e também franceses. Não sei se as alterações são adaptações à língua que os assimilou.Também me parece ter visto esse nome numa das páginas de Geneologia espanhola ou de Origem onomástica Sephardi.
Quando tiver alguma resposta mais concreta, mando-te. Entretanto, podes ir também procurando na net. O primeiro que descobrir, posta no blogue. Combinado?
Jinhos
Saint- Saëns, existe um compositor com esse nome e outras personalidades conhecidas de nacionalidade francesa... Não sei exactamente se o que procuras é a origem comum do nome ou um nome em particular. Elucidas-me?
ResponderEliminarACERTOU! Falta saber a razão desse interesse. Tens parentesco com eles, Marquês de Benguela?
ResponderEliminar