vejo a minha cabeça: o lixo da manhã (de preferência arrumado ao canto esquerdo, à espera de limpeza noturna), as moradas (o tanto que sobre elas há para dizer!), a nobreza (a dos que aprendem a conhecer e, nessa medida, são filhos de algo, ou seja, do que neles se acrescenta por aprenderem a conhecer), a diplomacia (de preferência cultural), o sagrado (entre as árvores ao fundo e a biblioteca diplomática da nobreza), as interações pessoais (em esplanada no Verão), uma rua ensolarada ao meio para facilitar o mapa, o trânsito que foi mais o que vai passar a seguir (e que nos convém deixar em aberto, imprevisível), um polícia pelo menos (não convém fotografar o nosso polícia mental), a constante reformulação, renovação, algumas descontinuidades, os andaimes necessários às reedificações e múltiplas saídas possíveis, incluindo as que não consegui meter em perspetiva. Uma rua longa a descer para outra subida, mais lenta e gradual. Esta é a rua de Santos-o-Velho, pouco acima da igreja, vista...