O Novo jornal vem-se afirmando, número a número, como um dos melhores (se não o melhor) semanários angolanos no momento. Tem uma linha editorial arejada e séria, bons articulistas, bons jornalistas, sentido de oportunidade sem oportunismo.
Esta semana, dois artigos de opinião a destacar, por sinal dois artigos sobre a comunicação social angolana, a isenção e a liberdade no jornalismo do país: o de João Melo, a propósito da maneira como a imprensa escrita tratou o documento da UNITA relativo às diferenças nas suas propostas constitucionais face ao MPLA; outro, de António Tomás, sobre «Questionar o poder» - a propósito do recente artigo de Adriano Mixinge, n'O país, sobre o último livro de José Eduardo Agualusa.
Angola está, a cada instante, a regressar à ditadura ou a avançar para uma democracia na aceção contemporânea da palavra. É com textos como estes que vamos no sentido da liberdade e da responsabilidade. Para trás anda o caranguejo.
diário fragmentado e conVentual, exposto por imagens. Clique nelas para ver em tamanho original.
Publicação em destaque
Átomos estéticos são também cognitivos
“Quando vemos algo além de nossas expectativas, pedaços locais de tecido cerebral geram pequenos ‘átomos’ de afeto positivo. A combinação ...