A imprensa nacional falou, na altura, nas inundações e a televisão passou imagens (por exemplo do Kapiandalo alagado). Porém só na semana em que choveu. Claro que os critérios de actualidade se impõem mas seria importante saber como e onde estão hoje a viver os desalojados. Saber que os preços das rendas das precárias casas dispararam assustadoramente para além das fracas posses dos habitantes dos subúrbios; que as valas de escoamento (por exemplo do mesmo Kapiandalo) continuam aterradas e com casas lá, não escoando nada; que há grandes charcos, autênticos viveiros de mosquitos, cuja água podia ser sugada pelas máquinas da Administração Municipal, ou outras, mas as máquinas são só duas e estão cansadas. E nada mais, no entanto, a imprensa nacional tem dito
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