Ultimamente vivemos dias de prémios. Saíram finalmente os de Cultura e Artes, pelos quais houve uma espera documental de cerca de 15 dias, mas que tiveram o mérito de acentuar a descentralização das atribuições. Foram também descentralizados os prémios nacionais dos direitos humanos, concedidos a duas pessoas e uma entidade: o jornalista do Folha 8, Domingos da Cruz, pela persistência na defesa pública dos direitos do cidadão; o ativista Luís Araújo, que se tem destacado na defesa dos direitos dos desalojados em consequência das reabilitações urbanas, com a ONG SOS-Habitat, que coordena; a ONG OMUNGA de Benguela, que tem estado sempre ativa na promoção de uma consciência crítica e cívica sem a qual, obviamente, não há exercício do principal desses direitos: o de abrir os olhos para ver. O júri foi presidido por Marcolino Moco, ex-primeiro ministro angolano e atualmente professor universitário. Parabéns a todos, claro.
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