Prender a raiz na lameira intensa do αγάπη e nascer da lameira de Benguela em mundo, meu amigo. Prender-se como a lama ao tempo, à humanidade e secar ao sol e prometer rio...queria Benguela prometer rio... Prender a semente da poeira, torna-la milho e harmonia como a dialéctica primogénita, feminina da terra. A chuva não é injusta. Mas não era tempo de chover. Desenvolver não é desde fora. Desenvolver é dentro... África... Chove em África a poça do mundo.
Prender a raiz na lameira intensa do αγάπη e nascer da lameira de Benguela em mundo, meu amigo. Prender-se como a lama ao tempo, à humanidade e secar ao sol e prometer rio...queria Benguela prometer rio...
ResponderEliminarPrender a semente da poeira, torna-la milho e harmonia como a dialéctica primogénita, feminina da terra.
A chuva não é injusta.
Mas não era tempo de chover.
Desenvolver não é desde fora.
Desenvolver é dentro...
África...
Chove em África a poça do mundo.
Um abraço.
Belo poema e bela surpresa. Obrigado. Esta noite choveu suavemente a noite inteira.
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