Fera Em dias de fúria Escreve poemas como quem come as pernas. Morde. Não a deixem sozinha com as palavras. É um perigo ambulante. Trêmula Não controla as unhas da cor do vinho. Traga cada letra com gosto de uma safra azeda. * ( poemas )
Não fugiam especificamente de nada mas passavam por ali com muita pressa. Pararam por momentos a respirar ofegantes. Olharam com uma nostalgia breve a última porta acesa. Depois continuaram a correr.
intrínsecos (tireta poética) a gentileza existe. resiste suave e delicada... aos brados vorazes... de alguém pouco interessante. * ( tânia não desista )