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06/07/2023
04/07/2023
03/07/2023
Lembras-te quando pastávamos olhos
livres na pradaria? Colhíamos maçãs
entre muros de pedra esboroando-se ao longe num ritmo vagaroso -
que chamarias natural.
Alguns caminhos imprecisos refulgiam de verdes vivos.
As enxadas há muito calavam, sob o sol ressecado no suor humílimo do calendário.
entre muros de pedra esboroando-se ao longe num ritmo vagaroso -
que chamarias natural.
Alguns caminhos imprecisos refulgiam de verdes vivos.
As enxadas há muito calavam, sob o sol ressecado no suor humílimo do calendário.
Já ninguém trabalhava.
Parávamos longe das fazendas abandonadas,
entre a floresta e o lago espelhado.
A mais suave brisa limpava, carinhosa, rútilos diamantes irrequietos
nas folhas das árvores,
ouvindo os cantos de pássaros esvoaçar.
entre a floresta e o lago espelhado.
A mais suave brisa limpava, carinhosa, rútilos diamantes irrequietos
nas folhas das árvores,
ouvindo os cantos de pássaros esvoaçar.
Éramos felizes sem saber.
Recordo-me do nome
que foi dono desses bosques. Um casal envelheceu
retirando-se para a casa da aldeia
enquanto as altas pedras se cobriam de neves brancas
que foi dono desses bosques. Um casal envelheceu
retirando-se para a casa da aldeia
enquanto as altas pedras se cobriam de neves brancas
e deixavam de cantar.
Lembras-te? Quando pastávamos olhos na pradaria?
Ali o frio nunca nos visitou.
02/07/2023
30/06/2023
29/06/2023
26/06/2023
25/06/2023
24/06/2023
23/06/2023
De aurora e mel,
noivas de inocência
sorveram o solo
- os grãos de areia, plantas várias, variegadas flores -
de onde a beleza provém
(colagem com fragmentos de versos de Viriato da Cruz)
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