Mais um bom artigo deste ensaísta e cientista político (e político) angolano. Para os que possam, ler o semanário Agora na última edição. Apenas uma discordância: parece-me que, quando José Eduardo dos Santos fala em mais ação (novo acordo...) e menos palavras está mesmo a pensar na verborreia habitual de muitos dos seus ministros e outros membros do governo.
diário fragmentado e conVentual, exposto por imagens. Clique nelas para ver em tamanho original.
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sousândrade - visões
"Uma luz que concentra-se a extinguir-se
Dando mais claridade ao pensamento
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(o primeiro verso é cacofónico mas tem uma riqueza conceptual muito rara na poesia romântica brasileira - e portuguesa)
26/10/2008
25/10/2008
molo momar - epopeia songay
O cavalo branco do songay Mamar
Levanta na pólvora da flecha de Burroughs
A maçã da musa leonina, mosca
Sobre a cabeça do condenado
Em sete segundos sete,
Sem milímetros nem desvios
Sete vidas, sete, pretas.
O cavalo branco do songay Mamar
Levantava os pés do djassere sobre
O rio, levanta
O próprio Daúda sobre as águas claras,
Sobre o lago Yin. Voltou com a nuvem,
A poeira branca do reino Songay,
Quando os seus poetas tornaram a cantar
Nas lâmpadas mágicas dos sinos escuros.
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