(Áureos ZACS escovados noutros práticos mundos:)
- Banindo os poetas, da 'República'
Coroava-os com flores, Platão.
=Yunka-yankee os depena
Sem pena,
E zanga-se à história, pois não!
(segundo as notas, Zaque era o "título de um dos chefes Muíscas ou Clibchas, da Colômbia. Segundo a lenda, esse rei, ou mais provavelmente o Zipa, que reinava em Bogotá, poderia ser o procurado homem dourado ["el dorado"], que se recobria de ouro em pó numa cerimónia anual de ablução no lago Guatavita, em homenagem ao Deus Sol")
(Sousândrade, «O inferno de Wall Street» - 1876? 1877?)
diário fragmentado e conVentual, exposto por imagens. Clique nelas para ver em tamanho original.
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12-2004
26/09/2008
25/09/2008
a uma árvore
Para ti, cuja sombra
Amorteceu a derrota;
Para ti, a quem Deus
E as entidades permitiram
Ficar de pé no campo dos vencidos;
Para ti, a quem foi dada a graça
De não regressar nem partir
Nunca;
Para ti reservou a Lei
O castigo pior também.
Secarás lentamente com o sol
Nos galhos hirtos e negros,
Hieráticos e ressequidos,
Suplicantes de azul,
Tensos perpetuando-se
Para além de si próprios.
Os que te sentem respirar
Não conseguem dizer nada.
O teu perfil, solitária
Num deserto com o mar
Confundindo-se no azul,
Desafia os séculos de olhar pétreo.
Sem folhas nem sementes,
Não criarás os teus filhos,
Não semearás o ventre
Da terra para ganhar
A penumbra onde a brisa
Refresca a secura eterna
Dos que morreram de pé.
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